Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Definição de Amostra Representativa da População em Estudo

No sentido de definir uma amostra representativa da população em estudo, recolhi todos os ficheiros de dados mais recentes disponibilizados pela Direcção Geral do Serviços Prisionais. Desse conjunto, fiz uma selecção daqueles que são realmente relevantes para o objectivo. São eles:

•    População Prisional, por tipo de establecimento, segundo o sexo, em 31 de Agosto e 15 de Setembro de 2009
•    População Prisional, por tipo de estabelecimento, segundo a situação penal em  31 de Agosto e 15 de Setembro de 2009
•    Reclusos Condenados segundo os crimes, o sexo,  a idade e a nacionalidade
•    Crimes cometidos por portugueses e estrangeiros condenados
•    Distribuição dos Reclusos por Situação Penal, Sexo e Tipo de Estabelecimento / Lotação e Taxa de Ocupação
•    População reclusa por género
•    Estrutura etária dos reclusos por sexo e nacionalidade
•    Reclusos condenados segundo as penas, sexo e nacionalidade
•    Penas aplicadas a homens e mulheres
•    Distribuição etária da população reclusa por sexo
•    Distribuição da população reclusa por sexo e habilitações literárias
•    Habilitações literárias dos reclusos por sexo e nacionalidade

 

Com estes dados vou fazer cruzamento de informação de forma a ter uma visão correcta do cenário apresentado.

 

(A actualizar assim que possível.)




Sábado, 26 de Setembro de 2009
Passos seguintes...

1) Traçar o perfil da realidade da população dos estabelecimentos prisionais portugueses tendo como orientação algumas características principais, tais como: idade, género, escolaridade e localização geográfica.

Este levantamento permitirá definir uma amostra representativa da população em estudo.

Os dados deverão estar disponíveis para análise no website da Direcção Geral dos Serviços Prisionais Portugueses (www.dgsp.mj.pt).

 

2) Analisar websites de direcções gerais de serviços prisionais de outros países que não Portugal, de forma a perceber que tipo de informação disponibilizam, e que tipo de realidade os estabelecimentos prisionais desses países apresentam relativamente ao tema em estudo.




(Obstáculos) Desafios Logísticos

Estudos e Investigações Académicas em Meio Prisional

Os investigadores, exclusivamente de licenciaturas, pós-graduações, mestrados e doutoramentos poderão, após despacho favorável da Direcção-Geral, realizar estudos nos Estabelecimentos Prisionais, apresentando para o efeito a seguinte documentação:
- requerimento dirigido ao Director-Geral, subscrito por responsável do Estabelecimento de Ensino, com indicação de dados referentes ao aluno como nome, ano curricular e área/curso que frequenta, nome do professor/orientador e o Estabelecimento Prisional pretendido para efectuar a investigação;
- projecto de investigação, já aprovado pelo professor/orientador, especificando o tema, o objectivo do estudo, a metodologia e o cronograma;
- nas situações de recolha de elementos através da aplicação de questionários ou de realização de entrevistas, deverão as matrizes daqueles e os guiões destas ser previamente enviados a esta Direcção- Geral para análise.
- enviar para a DGSP - Direcção de Serviços de Planeamento e de Relações Externas.


Após a conclusão dos estudos e investigações deverá ser enviada cópia dos mesmos, devidamente identificada, à DGSP - Direcção de Serviços de Planeamento e de Relações Externas a fim de integrar o seu espólio documental.

 

fonte: Direcção Geral dos Serviços Prisionais. http://www.dgsp.mj.pt/




Objectivos

Esta investigação tem, em primeiro lugar, a intenção de perceber se uma alteração de condições poderá constituir uma mais-valia especificamente para as vidas dos reclusos dos estabelecimentos prisionais portugueses e, em consequência, para a sociedade em que se inserem.


Em segundo lugar, sendo o cenário resultante do primeiro objectivo aquele em que a utilização da Internet é realmente uma mais-valia, esta investigação propõe-se definir de que forma esse melhoramento poderá ser posto em prática.


Nunca será objectivo desta investigação fazer qualquer tipo de futurologia, de prever acontecimentos.


Pretende-se que o resultado deste trabalho de investigação resulte numa melhor identificação e compreensão de um processo social específico, em certa medida transversal à sociedade portuguesa, e que contribua para um melhor e novo entendimento do fenómeno observável.





Palavras-chave

Estabelecimento Prisional

Cárcere

s. m.
1. Lugar em que alguém está preso ou que é destinado a prisão.
2. Cadeia.

Prisão

s. f.
1. Acto!Ato de prender.
2. Captura.
3. Cadeia; cárcere.
4. Pena de detenção que um réu tem de expiar na cadeia.
5. Estado de quem se acha preso.
6. Fig. Qualquer coisa que restringe a liberdade. = laço, obstáculo
7. Laço, vínculo, cadeia.
8. Corda que prende uma cavalgadura.
9. Dificuldade no movimento.
10. Coisa que enleva a alma, que a atrai e cativa, que a prende e a desvia de toda outra qualquer influência.
 
Internet
(inglês internet)
s. f.
Inform. Rede informática largamente utilizada para interligar computadores através de modem, à qual pode aceder qualquer tipo de utilizador, e que possibilita o acesso a toda a espécie de informação.

 

Liberdade
s. f.
1. Direito de proceder conforme nos pareça, contanto que esse direito não vá contra o direito de outrem.
2. Condição do homem ou da nação que goza de liberdade.
3. Conjunto das ideias liberais ou dos direitos garantidos ao cidadão.
4. Fig. Ousadia.
5. Franqueza.
6. Licença.
7. Desassombro.
8. Demasiada familiaridade.


Igualdade
s. f.
1. Qualidade de igual.
2. Relação entre coisas ou pessoas iguais.
3. Correspondência perfeita entre as partes de um todo.
4. Organização social em que não há privilégios de classes.
5. Equação.
6. Sinal aritmético de igualdade (=).

 

Acessibilidade
(latim accessibilitas, -atis)
s. f.
Qualidade do que é acessível.

 

Sociedade
s. f.
1. Reunião de pessoas unidas pela origem ou por leis.
2. Estado social.
3. Grupo, bando (falando dos animais).
4. União de pessoas ligadas por ideias ou por algum interesse comum.
5. Reunião de pessoas que se juntam para conversar ou conviver; reunião.
6. Conjunto de pessoas de uma mesma esfera.
7. Trato; convivência.
8. Casa onde se reúnem as pessoas unidas por um interesse ou ideias comuns.
9. Associação.
10. Solidariedade de interesses.
11. Parçaria.

 




Obstáculos e desafios

Não existem informações concisas e objectivas quanto às limitações necessárias ao uso da Internet por parte dos reclusos nos estabelecimentos prisionais portugueses de forma a garantir o cumprimento das limitações à liberdade a que o individuo está sujeito, e a segurança da sociedade.




Pensando alto...

A utilização da Internet pelos reclusos nos estabelecimentos prisionais portugueses constitui uma deturpação da condição a que o indivíduo está sujeito?

Enviar uma mensagem por correio tradicional é mais seguro (aceitável) do que enviar um mensagem por correio electrónico?

Poderá o acesso ao correio electrónico tornar-se uma realidade para os reclusos dos estabelecimentos prisionais portugueses se, tal como com o correio tradicional, existir uma filtragem de segurança das mensagens enviadas?




À procura da pergunta de investigação

A) Que implicações teria na vida dos reclusos a utilização da Internet nos estabelecimentos prisionais portugueses?


B) De que forma o acesso à Internet por parte dos reclusos nos estabelecimentos prisionais portugueses poderá ser uma realidade?


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© 2009
ficha técnica

tema
Liberdade Física versus Liberdade Virtual


título
Utilização da Internet nos Estabelecimentos Prisionais Portugueses. Realidade ou Utopia?


âmbito
Dissertação de Mestrado do Curso de Comunicação Multimédia, ramo Multimédia Interactivo da Universidade de Aveiro


autor
Daniela Graça
(núm. mecanográfico) 44984


orientador
professora Lídia Oliveira


ano
2009|2010

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